Hospital Unimed de Cachoeiro de Itapemirim passar a ter energia solar

Hospital Unimed de Cachoeiro de Itapemirim passar a ter energia solar

Com investimento de R$ 1,7 milhão, projeto fotovoltaico vai possibilitar uma economia de até 40% na conta de luz

Exatamente 1.560 módulos fotovoltaicos e quatro inversores foram instalados no Hospital Unimed de Cachoeiro de Itapemirim para formar a usina que passa a abastecer a instituição, localizada na Rodovia Cachoeiro x Safra. Um total de 1,7 milhão foi investido e vai possibilitar uma economia de até 40% no desembolso financeiro com o consumo de eletricidade pelo hospital, além de ser uma fonte de energia limpa, que contribui para a preservação do meio ambiente.

De acordo com Gediel Teixeira Xavier, diretor de Recursos Próprios da Unimed Sul Capixaba, a energia solar captada é transformada em energia elétrica e transferida, no mesmo instante, para a rede do hospital, após passar por quatro inversores.

Por parte da cooperativa, a expectativa ultrapassou o que era esperado, um total de 65.000 quilowatts hora/mês de geração de energia. No entanto, após os primeiros testes e no primeiro dia de funcionamento do sistema, essa perspectiva aumentou para cerca de 72.000 quilowatts hora/mês de energia.

A partir de agora, a cooperativa contará com o consumo de energia composto pela Usina de Energia Fotovoltaica e pela compra no Mercado Livre de Energia, um ambiente competitivo de negociação de energia elétrica onde os participantes podem negociar livremente todas as condições comerciais. 

A usina foi instalada em cinco meses, incluindo planejamento e estudos que consideraram diferentes variáveis, como a posição e a inclinação que possibilitaria o melhor aproveitamento da luz solar. Os equipamentos foram importados do Canadá e da Alemanha, têm tecnologia de ponta, com qualidade superior à grande maioria disponível no mercado. 

“Isso contribui muito para o desempenho e para que chegássemos a uma performance ainda melhor àquela que previmos inicialmente. Toda a produção também pode ser acompanhada por nós de modo on-line e em tempo real”, enfatiza Xavier.

Além da economia na conta de energia, a equipe de direção do hospital vê com bons olhos a instalação da usina, pois se trata também de uma contribuição para a preservação ambiental e a sustentabilidade da cooperativa, na medida que utiliza uma energia totalmente limpa.

Segundo Leandro Baptista, diretor-presidente da Unimed Sul Capixaba, o hospital passa a ser também um empreendimento sustentável ambientalmente, além de gerar a própria energia. “A redução das despesas é apenas uma consequência disso”, afirma.

A própria Unimed Sul Capixaba conta com outras ações para evitar o desperdício, com uso consciente de energia. A cooperativa tem sensores de presença com temporizadores nos banheiros, nas escadas e nos corredores da operadora, e os aparelhos de ar-condicionado foram trocados para o modelo inverter, além de serem realizadas rondas pelos vigilantes para identificar equipamentos eletrônicos ou lâmpadas ligadas sem necessidade após o fim do expediente.

FONTE: PORTAL SOLAR

Projeto de lei prevê doação de créditos em energia solar para hospitais

Projeto de lei prevê doação de créditos em energia solar para hospitais

Um novo Projeto de Lei (PL) que objetiva aliviar os custos de hospitais e centros médicos durante a pandemia foi protocolado na Câmara na última quinta-feira (7) pelos deputados federais Franco Cartafina (PP/MG) e Lucas Redecker (PSDB/RS). A proposta prevê a doação dos créditos de energia elétrica provindas da Geração Distribuída para instituições que atuam no combate direto à Covid-19.

Segundo análise da vice-presidente de GD da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Bárbara Rubim, a medida requer ajuste regulatório pontual e não demandaria nenhuma adequação física ou técnica nos doadores, beneficiários ou mesmo nas distribuidoras de energia para entrar em vigor. “Os usuários da GD solar e demais fontes renováveis poderão doar voluntariamente seus créditos de energia para serviços públicos essenciais voltados à assistência social ou ao combate direto à Covid-19”, afirma.

O projeto conta com apoio técnico da Associação, que recomenda a regulamentação pela Aneel em até dez dias da publicação, com um ajuste pontual na Resolução Normativa 482, de 2012. A ideia foi sugerida pelo integrador Ricardo Rizzoto e estruturada e levada aos parlamentares pela entidade.

Franco Cartafina esclareceu que o PL não se destina a regulamentar de forma ampla a geração distribuída. “Buscamos apenas estabelecer uma diretriz específica a ser utilizada no período da pandemia, beneficiando instituições públicas na linha de frente do combate à Covid-19”, detalha.

O presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, lembrou que o país possui 2,8 GW de potência instalada na modalidade, com uma geração média de 408 GWh/mês, estimando que, com a doação de apenas 1% desse total, pode-se proporcionar uma economia na conta de luz das instituições beneficiadas em torno de R$ 2,28 milhões ao mês.

“No caso de a adesão viabilizar a transferência de 5% da geração na forma de créditos de energia, a economia atingiria a marca de R$11,4 milhões por mês, com o cálculo considerando a tarifa média de de R$ 0,56 por quilowatt hora do Brasil,”, pontua.

via>canalenergia.com.br
Energia solar favorece a descarbonização

Energia solar favorece a descarbonização

Segundo Adnan Amin, diretor da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), as fontes renováveis devem representar, até 2050, dois terços de toda energia produzida no planeta

Recente estudo apresentado pela Agência Internacional de Energia Renovável (International Renewable Energy Agency – IRENA, em inglês) indica que a tecnologia solar alcançou a potência mundial de 480,3 gigawatts no final de 2018. Valor este que vem do processo de cinco grandes potências – China (com 175 gigawatts), Japão (com 55,5 gigawatts), Estados Unidos (com 49,6 gigawatts), Alemanha (com 45,9 gigawatts) e Índia (com 26,8 gigawatts) – de querer descarbonizar o planeta, investindo na tecnologia fotovoltaica. 

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui atualmente uma potência operacional no setor solar de 5.114,3 megawatts. E entre 2012 e 2019 o setor criou mais de 130 mil empregos. Todo esse potencial também tem ajudado a melhorar o meio ambiente, uma vez que a energia solar é renovável, infinita, não emite gases poluentes, tem baixo custo de manutenção, ocupa pouco espaço e permite a instalação em diversos lugares, mesmo os mais remotos.

Justamente por não emitir poluentes, a tecnologia ajuda na descarbonização, melhorando o ar que todos respiram.  Além de todas essas características, para Ricardo Delneri, empresário do ramo de energia renovável e um dos sócios-fundadores da Renova Energia, a solar é uma importante fonte aliada no aumento do número de empregos no País. “A fonte solar irá crescer de forma muito acentuada pelos próximos anos e dentro de alguns anos estará na casa de milhões de brasileiros”, comenta.

O Brasil é um dos maiores emissores de gases do efeito estufa do mundo. Para mudar essa realidade, é necessário que empresas e cidadãos estejam verdadeiramente engajados em realizar a transição para uma economia de baixo carbono. Isso significa optar cada vez mais por processos, produtos e serviços que busquem mitigar o lançamento do CO2 na atmosfera.

É neste processo que a descarbonização entra. O sol é uma fonte inesgotável de energia, uma das soluções para alcançar a descarbonização é o uso da energia fotovoltaica. A tecnologia consiste na instalação e uso de painéis de captação da luz solar para geração da própria energia elétrica, seja em empresas ou residências.

Segundo Adnan Amin, diretor da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), as fontes renováveis devem representar, até 2050, dois terços de toda energia produzida no planeta, ou seja, o crescimento da energia solar irá contribuir para descarbonizar, pois não há emissão de gases durante a produção de energia; em 25 anos, a utilização de um sistema fotovoltaico impede que 108.641kg de CO2 sejam despejados na atmosfera e a economia na conta de luz pode atingir 90%, melhorando a gestão financeira dos lares e dando mais competitividade a indústrias, comércios e serviços.

São diversas as medidas que precisam ser adotadas para que a descarbonização aconteça. A melhor gestão dos recursos hídricos, com formas alternativas de captação da água da chuva, é uma delas. Também é importante a redução do uso de combustíveis fósseis e, com isso, a maior opção por biocombustíveis. No caso brasileiro, a energia solar é fundamental para uma efetiva redução nas emissões de carbono. A insolação no país é bastante alta, o que indica o enorme potencial dessa modalidade de geração de energia.

Fonte:Portalsolar

Teatro Municipal de Boa vista ganha usina de energia solar

Teatro Municipal de Boa vista ganha usina de energia solar

Equipamento custou quase R$ 5 milhões e foi instalada estacionamento do teatro

O Teatro Municipal de Boa Vista passou a ser abastecido por energia solar. Uma usina solar com 2.880 painéis fotovoltaicos no estacionamento do prédio. De acordo com a prefeitura, serão economizados R$ 80 mil por mês.

Segundo a prefeita Teresa Surita (MDB) o custo da usina foi de R$ 4,9 milhões e o equipamento tem garantia de 25 anos. A obra foi inaugurada nessa segunda-feira (27).

Ainda conforme o município, em cinco anos os gastos com investimentos na usina já estarão pagos com a economia gerada e os próximos 20 anos contarão com a diminuição de gastos públicos com energia pelo município.

“É o único teatro que eu conheço que tem um estacionamento com energia solar. Sem dúvida vai fazer com que essa modernidade traga uma outra condição para a nossa cidade, tanto na questão da economia como na questão da energia limpa que é tão importante nos dias de hoje em relação a poluição”, disse a prefeita.

Os painéis solares têm capacidade total de 1.000 kW e geram em média 140MWh. A energia gerada pela usina será consumida internamente e a sobra irá para a rede elétrica retornando à noite ou nos horários que não há sol. O excedente será utilizado em outros prédios públicos da cidade.

Além do teatro, o terminal Canuto Chaves, mercado São Francisco, Palácio 9 de Julho, Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, 72 abrigos de ônibus climatizados e a Comunidade Darora contam com usinas solares.

A energia excedente do mercado São Francisco abastece também o Hospital da Criança, segundo a prefeitura.

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Google ajusta data centers para usarem mais energia solar e eólica

Google ajusta data centers para usarem mais energia solar e eólica

O Google divulgou nesta quarta-feira (22) que iniciou seu plano para que data centers aumentem o consumo de energia solar e eólica, diminuindo ainda mais a emissão de carbono na atmosfera. O controle da fonte de energia é feito com ajuda de uma plataforma computacional que roda dentro dos imensos prédios.

Se o seu computador gasta bastante energia para jogar Minecraft, imagine um data center do Google, que é um prédio que funciona como um servidor gigantesco e que garante que o vídeo de gatinho que você publicou no YouTube, seja visualizado por milhões de pessoas ao mesmo tempo e que estão espalhadas pelo planeta inteiro. É muita energia, que gera bastante poluição se a fonte dela for fóssil.

Desde 2007 o Google é uma empresa livre de carbono e desde 2017, fontes renováveis suprem a necessidade destes prédios, mas não o tempo todo. Agora o gigante das buscas conseguiu separar uma equipe para que criasse uma plataforma computacional que foque os esforços dos servidores (leia: gasto de energia) em momentos com mais vento ou luz solar, para que as turbinas eólicas e placas solares abasteçam a maior parte de sua necessidade energética.

A empresa diz que tarefas que não são urgentes, como criar um novo filtro para o Google Fotos, adicionar novas palavras ao Tradutor ou processar um vídeo do YouTube, são os maiores exemplos de carga de processamento que pode ser feita nestes horários. Também garante que serviços como pesquisas no buscador, rotas do Mapas e vídeos do YouTube (talvez as lives, neste caso) não sofrerão queda em desempenho. Melhor ainda: a novidade sequer exige um hardware novo.

Mais otimização no futuro do Google

O Google projeta que o próximo passo desta nova forma de uso inteligente de energia envolverá múltiplos data centers. A ideia é de enviar carga computacional para servidores que estão em locais onde o consumo de energia renovável está maior, diminuindo a emissão de poluentes e tudo isso acontecerá de forma automática.

Com informações: Google.