Energia solar traz economia para o sistema de irrigação

Energia solar traz economia para o sistema de irrigação

Foi aprovada, no dia 5 de fevereiro, pela CRA – Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, a proposta que orienta a política nacional de irrigação a estimular a adoção de energias renováveis nos sistemas de irrigação, visando compatibilizar a atividade agrícola com a preservação do meio ambiente.

O uso de energia solar fotovoltaica para automação de sistemas de irrigação de produtores, traz diversos benefícios, principalmente em locais onde não chega energia elétrica. Esses sistemas controlam o uso da energia e da água, a aplicação de produtos químicos e além disso, reduzem a necessidade de mão-de-obra. Esse controle, ao contrário do manejo manual, evita problemas como irrigação excessiva do solo que pode ocasionar uma irrigação deficiente.

Muitos projetos tradicionais de irrigação possuem um alto custo de manutenção por conta do bombeamento de água que de maneira convencional utiliza energia elétrica para o total funcionamento. Com isso, os produtores rurais estão optando por adotar em suas propriedades sistemas de irrigação por energia solar, para poder aproveitar a alta incidência dos raios solares e baixo custo da manutenção.

A energia solar na agricultura tem alcançado um papel importante para a redução do impacto ambiental pelo mundo. Ultimamente, os painéis fotovoltaicos tiveram uma queda de preço, o que motiva um investimento crescente na escolha deste tipo de sistema. A energia solar chama atenção por ser  eficaz, sustentável e pelo  potencial econômico.

Energia solar será foco no Brasil para a geração de eletricidade

Energia solar será foco no Brasil para a geração de eletricidade

País espera ter uma capacidade instalada de 8,6 GW até 2027 em eletricidade proveniente da fonte fotovoltaica

A matriz energética mundial está passando por transformações. No Brasil, não é diferente, ainda mais com os graves problemas enfrentados por uma matriz ainda dependente da energia hídrica. Assim, os planos do governo é aumentar as fontes renováveis. O Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE) estima o aumento da capacidade de energia solar instalada para 8,6 GW até 2027. Como parte do projeto, o País espera um crescimento de 3% ao ano das energias renováveis e atinja 28% do mix nacional de energia até 2027.

Neste caso, a fonte hídrica, que hoje representa 70% da matriz energética nacional, iria gradualmente baixar para pouco mais de 50%. A grande dependência da fonte hídrica gerou muitos desafios, entre os anos de 2012 e 2015. Nesta época, o Brasil enfrentou uma seca devastadora, que atingiu diversas partes do território nacional.

Outro agravante é que grande parte das usinas hidrelétricas do país está localizada ao norte da bacia do rio Amazonas, porém a demanda de energia se encontra na costa leste e, principalmente, na porção sul. Apesar das termoelétricas suprirem a escassez das hídricas, o gás é muito caro, uma vez que o Brasil consome mais gás do que produz, sem contar com o aumento das preocupações para a redução e combustíveis fósseis pelo mundo.

Essas questões abriam espaço para as novas tecnologias crescerem no país, entre elas a energia solar fotovoltaica. As usinas solares já ganham força em território brasileiro, e a geração distribuída também fará parte desse projeto para os próximos 10 anos. Atualmente, o país tem mais de 500MW de capacidade solar distribuída. Até 2030, o governo projeto que 2,4 milhões de unidades consumidoras poderiam fornecer 23,5 GW de capacidade de geração elétrica.

Na energia solar não são emitidos gases tóxicos, com isso a energia solar é totalmente sustentável. Além de que o recurso obtido é a luz do sol, ou seja, esse recurso, além de ser natural, é praticamente infinito.

No caso da geração distribuída, está em consulta pública pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a proposta que prevê que a energia injetada na rede de distribuição da concessionária elétrica seja apenas parcialmente compensada na conta de luz do consumidor gerador de energia solar e não totalmente, como é realizada atualmente.

Para especialistas do setor solar, as mudanças da regulamentação para a geração distribuída no Brasil são prematuras e podem prejudicar os consumidores brasileiros interessados em gerar a sua própria eletricidade a partir de fontes renováveis.

Segundo eles, a proposta apresentada pelo regulador está desalinhada com as melhores práticas internacionais. Em países que obtiveram sucesso no desenvolvimento do sistema, como nos Estados Unidos, especificamente a Califórnia, referência mundial nas regulamentações para o segmento, o processo de atualização de suas regras foi iniciado apenas quando atingiu a marca de 5% de participação da geração distribuída solar fotovoltaica no atendimento de demanda elétrica de suas distribuidoras. E mesmo assim, ao atingir este patamar, o regulador estabeleceu que, quando injetar energia na rede, os consumidores com geração distribuída devem pagar apenas US$ 0,02/kWh (R$ 0,08/kWh), equivalente a apenas 10,5% da tarifa de energia elétrica dos consumidores residenciais e comerciais da Califórnia.

No Brasil, a geração distribuída solar fotovoltaica ainda está em fase de desenvolvimento inicial. Atualmente, dos mais de 84,4 milhões de consumidores cativos brasileiros atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica, apenas de 170 mil (menos de 0,2%) possuem a tecnologia.

 

Fonte:http://bit.ly/3aFNKyg

Geração de energia solar alcança 10% da demanda do Nordeste

Geração de energia solar alcança 10% da demanda do Nordeste

As usinas solares fotovoltaicas atingiram recorde de geração na Região Nordeste.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a capacidade instalada na região equivale a 1,2 gigawatt (GW).

Em 25 de setembro de 2019, às 11h57, a geração atingiu o fator de capacidade instantâneo de 94%.

Dessa forma, a máxima diária alcançou 1,13 GW, o suficiente para suprir 10,3% da demanda elétrica da região.

Usinas de energia solar
De acordo com a Absolar, o Brasil conta atualmente com 2,2 GW de potência instalada operacional em usinas solares fotovoltaicas de grande porte, o equivalente a 1,3% a matriz elétrica do país.

Assim, a geração de energia solar ocupa a sétima posição na matriz elétrica brasileira, tendo ultrapassado neste ano a fonte nuclear, que conta com 1,9 GW (1,1%) provenientes das usinas de Angra I e Angra II, no Rio de Janeiro.

Existem usinas solares fotovoltaicas em nove estados do Brasil, nas regiões Nordeste, Norte e Sudeste, com destaque para Bahia, Ceará, Minas Gerais, Piauí e São Paulo.

São 73 projetos de geração de energia fotovoltaica em operação, contratados por meio de leilões de energia do governo federal.

Por fim, a Absolar estima que o investimento privado em grandes usinas solares fotovoltaicas alcançará R$ 23,2 bilhões até 2023.

 

Fonte: inova.jor

Energia solar será responsável por 1/3 da produção elétrica do mundo até 2060

Energia solar será responsável por 1/3 da produção elétrica do mundo até 2060

Por se tratar de uma fonte, que além de poder ser usada em qualquer localidade do planeta, é também inesgotável e renovável, estima-se que o uso da energia solar cresça de forma impetuosa nos próximos anos. Um estudo da Agência Internacional de Energia, do inglês International Energy Agency (IEA), afirma que a energia fotovoltaica poderá representar um terço da produção global de energia elétrica até 2060.

 Com cotas de investimento que cabem no bolso de muita gente e uma taxa de retorno extremamente atrativa, o Brasil vem aceitando bem essa modalidade de geração de energia.

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