O Google divulgou nesta quarta-feira (22) que iniciou seu plano para que data centers aumentem o consumo de energia solar e eólica, diminuindo ainda mais a emissão de carbono na atmosfera. O controle da fonte de energia é feito com ajuda de uma plataforma computacional que roda dentro dos imensos prédios.

Se o seu computador gasta bastante energia para jogar Minecraft, imagine um data center do Google, que √© um pr√©dio que funciona como um servidor gigantesco e que garante que o v√≠deo de gatinho que voc√™ publicou no YouTube, seja visualizado por milh√Ķes de pessoas ao mesmo tempo e que est√£o espalhadas pelo planeta inteiro. √Č muita energia, que gera bastante polui√ß√£o se a fonte dela for f√≥ssil.

Desde 2007 o Google é uma empresa livre de carbono e desde 2017, fontes renováveis suprem a necessidade destes prédios, mas não o tempo todo. Agora o gigante das buscas conseguiu separar uma equipe para que criasse uma plataforma computacional que foque os esforços dos servidores (leia: gasto de energia) em momentos com mais vento ou luz solar, para que as turbinas eólicas e placas solares abasteçam a maior parte de sua necessidade energética.

A empresa diz que tarefas que não são urgentes, como criar um novo filtro para o Google Fotos, adicionar novas palavras ao Tradutor ou processar um vídeo do YouTube, são os maiores exemplos de carga de processamento que pode ser feita nestes horários. Também garante que serviços como pesquisas no buscador, rotas do Mapas e vídeos do YouTube (talvez as lives, neste caso) não sofrerão queda em desempenho. Melhor ainda: a novidade sequer exige um hardware novo.

Mais otimização no futuro do Google

O Google projeta que o pr√≥ximo passo desta nova forma de uso inteligente de energia envolver√° m√ļltiplos data centers. A ideia √© de enviar carga computacional para servidores que est√£o em locais onde o consumo de energia renov√°vel est√° maior, diminuindo a emiss√£o de poluentes e tudo isso acontecer√° de forma autom√°tica.

Com informa√ß√Ķes:¬†Google.