Foi aprovada, no dia 5 de fevereiro, pela CRA – Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, a proposta que orienta a política nacional de irrigação a estimular a adoção de energias renováveis nos sistemas de irrigação, visando compatibilizar a atividade agrícola com a preservação do meio ambiente.

O uso de energia solar fotovoltaica para automação de sistemas de irrigação de produtores, traz diversos benefícios, principalmente em locais onde não chega energia elétrica. Esses sistemas controlam o uso da energia e da água, a aplicação de produtos químicos e além disso, reduzem a necessidade de mão-de-obra. Esse controle, ao contrário do manejo manual, evita problemas como irrigação excessiva do solo que pode ocasionar uma irrigação deficiente.

Muitos projetos tradicionais de irrigação possuem um alto custo de manutenção por conta do bombeamento de água que de maneira convencional utiliza energia elétrica para o total funcionamento. Com isso, os produtores rurais estão optando por adotar em suas propriedades sistemas de irrigação por energia solar, para poder aproveitar a alta incidência dos raios solares e baixo custo da manutenção.

A energia solar na agricultura tem alcançado um papel importante para a redução do impacto ambiental pelo mundo. Ultimamente, os painéis fotovoltaicos tiveram uma queda de preço, o que motiva um investimento crescente na escolha deste tipo de sistema. A energia solar chama atenção por ser  eficaz, sustentável e pelo  potencial econômico.